domingo, 21 de outubro de 2007

São seus olhos de mar
São os gestos não ditos
Areia que esvai, vento
O meu pensar é infinito

É mergulho profundo
Correria para o nada
Lembrança do verde
Minha palavra calada

Confundir nossos dedos
Esquecer quem somos
Razão puxar a emoção
Desejos que impomos

Ah! Se apenas soubesse
Como busco me afogar...
Não haveria medo algum
Nesses seus olhos de mar!

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