segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Na sua presença, ao invés de me calar, falo compulsivamente. Minhas pernas tremem e meu corpo pede seu afeto. Suas mãos, nas minhas, se tornam extensão de qualquer coisa que deixa de ser... Começo a tossir, desesperadamente, como se meu corpo quisesse expulsar de mim tudo o que não me cabe, todo o meu carinho. Sinto-me como uma criança, descobrindo o outro, no segundo que antecede o primeiro beijo. Porém, de nada me valem todas essas reações involuntárias do meu corpo, se você não as percebe.

Um comentário:

Phisis disse...

lindo mas triste, comentários curtos devido a falta de uma mão.

Arquivo do blog