O problema é essa vontade de afeto.
Essa vontade de olhar nos olhos.
Essa vontade de beijar-lhe a testa.
Essa vontade de ter as mãos sobre as suas,
De beber novamente aquele vinho.
De beber novamente aquela boca.
Deixar que aquele olhar cigano
E que aquelas mãos malandras
Roubem o que de mim não se entrega.
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