Queria era roubar essas suas retinas e fazer lente de contato de outros olhos, mais amados...
Recriar-me em puro amor....
A partir daí, eu quereria ser outra, sua, quem sabe... e você, já sem os olhos, sem a imagem de quem sou, me expiraria o ar da indiferença.
E meu ciclo não teria mais fim... até se transformar somente em poeira...
... de poemas que ninguém lê.
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