segunda-feira, 28 de maio de 2007

Caminha a chuva vazia em mim
Meus olhos acompanham as gotas
que percorrem um infinito.
Tudo é composto de infinito
Menos a minha memória...
O silêncio invade, abre a porta
E me deparo com várias retas
Mas não sei em qual prosseguir
Então eu paro para me mexer
Para extravazar em meus gestos
A minha e só minha indecisão.
E a chuva rompe com o silêncio
As gotas antes suaves, perfuram
Quebram com o silêncio de antes
E eu confusa, encontro a paz...

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