São como pequenas doses de veneno
Esses meses de distância, essa ausência
E juro-te, mantenho-me de pé.
Porque corrida seria contra o vento
E não haveria recompensas no final...
Prometi, embora não tenha palavra, que fico.
E mantenho-me, juro, de pé.
Nos laços da lembrança, laço-me, entrelaço-me.
Na verdade, me enforco na espera.
Mas o dia não vem e já é noite.
Mesmo assim, juro, estou ainda de pé.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
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Um comentário:
Nem sei o que comentar...
Sei lá, as palavras já não são minhas aliadas, elas só servem pra destruir meu último fio de esperança...
Bjokas, linda!
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