domingo, 17 de junho de 2007

- Eu te amo.
- Me ama? Como você diz que me ama? Você está louca, nem me conhece... Ama!
- Eu te amo, sim.
- Você não pode me amar sem me conhecer, fora que você só conhece esse meu lado ruim. Diz o que conhece de bom em mim?
- Gosto da sua criatividade, do seu jeito, do seu olhar... de tudo. Mesmo a parte ruim.
- Isso é pouco, não pode me amar...
- Mas o amor é meu e eu não te peço nada em troca. É o sentimento do amante com a mistura da paixão. Não pode querer tirar de mim algo que não te pertence. Eu te amo e isso é só meu.
- Isso é masoquismo... você é masoquista por gostar de alguém tão errado como eu.
- Não sou masoquista, mas sei perceber coisas boas bem melhor que você.
- Eu gosto de você, mesmo sendo louca... Mas esquece essa loucura de amor...
(silêncio...)
E eu não lembro o que os dois disseram depois... Ou se disseram algo. Mas soube ler os pensamentos dela, os quais diziam: Te amo, te amo, te amo... te amo tanto que dói aqui dentro.

Hoje em dia, não se tem certeza se de fato era amor...

Nenhum comentário:

Arquivo do blog