quinta-feira, 21 de junho de 2007

A rosa, meu amor e eu

O porte que sustenta não só um corpo
A alma se mostra inquieta, misteriosa
O sorriso clareia, é graça de menina
Mas os seus gestos: espinhos de rosa

Nesses movimentos há também o suave
Que percorre os olhos puros de alegria
Quem há de saber os segredos dessa flor?
Aqueles que não perdem fé em fantasia

Tenha pleno cuidado, não sinta com sentidos
Porque uma vez na terra, também é semente
E não há redoma, proteção para selvagem flor
Que queira matar carinho que por ela se sente

E com alma de espectador, de poeta, artista
É que posso sentir e amá-la em sua totalidade
Porque como ela, sou diverso de mim, em mim
No masculino, femino, na velhice ou mocidade...

--x--

Aviso: Não gostei, mas fiquei com preguiça de melhorá-lo

Um comentário:

Sylvinha Assis disse...

Não entendi o porque vc nao gostou... :S

tá bonito, gostei das coisas que voce escreveu!

eu que nao tenho essa facilidade.. rss nossa.. só sei escrever besteiras! hahahah

Beijão minha mais nova amiguinha! [:D]

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