domingo, 29 de julho de 2007

Clichê de toda vida

De amor em amor feito grãos
São meus os gestos de ternura
Embalados na minha poesia muda
Que teimo fazer ao te encontrar

Enquanto os meus olhos aflitos
Percorrem a brancura do rosto
Há pausa no vermelho da boca
E imagino na saliva seu gosto

Quando chego perto a voz some
Coração dispara feito bumbo
Respirar nem me lembro como
Sensação de ser pedra, chumbo

Esse querer sem ter um porquê
Apenas paixão comum,não se aliança
Ou dói como sermão de pai sincero
Ou dorme no peito e mente, descansa...

2 comentários:

Anônimo disse...

Lindo, miga...
Ah, e essa paixão que nos consome...eu tô tentando sair dessa, mas tá difícil! hehehe
Beijossss
Saudades!

Sylvinha Assis disse...

Adoooooooro o que vc escreve..
Agora mais entendida :P
Mas "é essa parada ae mérmo, gatinha" uhauhhauauuhahuah

Beeeeeeeeeijoos!

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