Segurou em sua mão e disse-lhe as palavras mais sinceras, mais sentidas, mais amáveis e numa declaração sucinta, novamente a perguntou. Silêncio e ondas.
Lentamente, o corpo dela foi se esquivando, enquanto os pés caminhavam na direção oposta. Ia se esvaindo como sombra em direção ao mar...
Sem entender se era um não, o rapaz corria em seu encontro, mas a menina debruçava cada vez mais seu corpo nas águas. No escuro, no infinito, já não se viam... E, sem fôlego, ele sentou na areia.
Ela, numa última respiração, revelou: "Me desculpe, eu te amo" e desapareceu na imensidão.
Fugira por medo: Nunca havia sido feliz.
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