terça-feira, 6 de agosto de 2013

Viver mecanicamente para não sofrer. Por fora, serenidade, enquanto por dentro, carne viva. Úlcera latejante. Nas horas de pausa, o pensamento corre certeiro naquela direção e há ausências cotidianas sentidas. As lágrimas são contidas, mas na solidão esbarram-se como rios. Ninguém as vê. Tudo passará... é assim que dizem..
Mas por enquanto...
Por enquanto...

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