segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Abandono tudo que faz parte de mim. Não sei se por medo, ou simplesmente, não me importar mais, depois de um tempo, com aquilo que foi e jamais será novamente. Dessa forma, abandono todos os vínculos sexuais afetivos que tive com seres pertencentes ao passado. Não sendo injusta, cada um foi importante para que eu aprendesse, sobretudo, em pouco mais de mim mesma. Mas todos passam e seguem nova vida. No fundo, não é tão doloroso. Dois meses depois, o que sobra? Nada. Partir novamente do zero, como se todas as promessas fossem anuladas. Entretanto acredito que tais promessas não seja anuladas, pertencem somente a um outro plano que não está mais em nós.

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