quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Mais uma vez presença, mais uma vez torno-me quem sempre fui. Quem eu era? Quem eu sou? Quem nunca deixei de ser... Esse maldito fogo que me arde e que deseja incendiar, espalhar brasas por capricho. Posso pôr-me máscaras, sossegar treinando-me constante, mas essa maldita cigana que me habita quer voar. Meus pés não são feitos para a terra, sou etérea. Anita, Carmen, Esmeralda, Morena, Menina, Pequena. Maria, a louca.

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