(...?)
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Caminhara durante muito tempo, possuía pés feridos, ávidos por novos rumos. Ao cair da noite, colocava sua capa preta e ia observar as pessoas em seus mundos distantes. Gostava de olhar para cada uma e imaginar histórias, sentimentos, compor vidas. A cada passo, nova geleira. Percebia os olhos dos que estavam ao seu redor e estes eram compostos de pedras de gelo, que derretiam, mas não perdiam a dureza.
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