Mar e eu, eu e o mar
Sós
No silêncio de vagas
Sobre o infinito de grãos
Movimento
O sal se espalha em odores
Viro em pensamento espuma
E banhamo-nos em luar.
Tal sagrado momento
É respirar de vento
e sobre as ondas me lançar
Assim torno-me também mar
"Eu e o mar, mar e eu"
Abrindo-me inteira num mergulho,
Faço da praia minha morada
E sem pressa de regresso,
Desfruto um doce sereiar.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
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