sexta-feira, 1 de março de 2013
Certo dia, os monstros, seus próprios, queriam devorá-la. Vinham lhe soprar coisas em seu ouvido, dominar cada centímetro de pele. Geralmente, ela os escutava e, consequentemente, era sugada por completo. Mas naquele dia, não. Ela decidira voltar a ser feliz. Decidira que se caso os monstros fossem reais, que ela fizesse como aqueles que na vida também o são e causam mal: ignoraria. Aprendeu a deixar para lá as vozes que a puxavam para o abismo, porque ela não mais desejava o salto do precipício. Enchera-se de vida e por mais adversidades que visse no seu caminho, tinha agora um sorriso gostoso para enfrentá-las. Parecia encantada, estava lépida, rindo pelos cantos, com suas melodias e alegrias. Estava feliz.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Arquivo do blog
-
▼
2013
(185)
-
▼
março
(16)
- Os pés flutuam leves na poeira agitada pelo ar. O ...
- Oração ao vento
- A poesia passou a me habitar desde muito cedo. Ind...
- Ele chegará do mar, finalmente chegará! Trará cons...
- Sou passarinha, boba, imaginativa. Entro em simbio...
- Não percebendo que eu não acreditava em nada. Con...
- Quero dormir, o sono não vem. Rolo na cama, minhas...
- Vem meu pirata cruzando as águas Sorri, de braços ...
- A vida inteira fui educada para pensar que todos o...
- A vida são trilhos perpétuos que apenas seguem. Um...
- Sonhei que vestia uma saia, dessas compridas, de d...
- Entre as gotas de chuva E os rodopios no vento Ela...
- Uma senhora e um senhor, de idades bastante avança...
- Gosto de olhar dentro daqueles olhos de cor indefi...
- - E quando você tiver sessenta anos? Quem você vai...
- Certo dia, os monstros, seus próprios, queriam dev...
-
▼
março
(16)
Nenhum comentário:
Postar um comentário