Sorri, de braços abertos para mim
Corro pela areia em sua direção
Marco-lhe com boca de carmim
Desata na pressa o meu vestido
Aperto-lhe a carne sob a blusa
Tudo com gosto de sal e vento
Iluminados por uma luz difusa
O reencontro é forte, intenso
Deixa à mostra a carne nua
Ofegante sorrio, sussurro-te:
- Eu sou tua, tua, tua. Só tua.
Nenhum comentário:
Postar um comentário