sábado, 2 de março de 2013
Gosto de olhar dentro daqueles olhos de cor indefinida. Fecho as pálpebras e lá estão eles, correspondendo aos meus. Um vento sopra na minha espinha, sorriso me invade. Sensação gostosa de ser desejada. Tenho vontade de arrancar lentamente cada peça de roupa e ir provocando falta de ar. Gosto de sentir-me poeira-bailarina, levíssima, bailando sob uma réstia, enquanto silenciosamente ele me vê. Seus lábios se entreabrem e sou preenchida de vida. Embora nada diga, sua linguagem corporal grita um fascínio e sinto-me mulher. Sinto-me musa, quiçá semi-deusa. Sinto-me cigana que lança feitiço. Energia espalha-se em meus poros e vem a vontade de gritar para o mundo o quão sou amada.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Arquivo do blog
-
▼
2013
(185)
-
▼
março
(16)
- Os pés flutuam leves na poeira agitada pelo ar. O ...
- Oração ao vento
- A poesia passou a me habitar desde muito cedo. Ind...
- Ele chegará do mar, finalmente chegará! Trará cons...
- Sou passarinha, boba, imaginativa. Entro em simbio...
- Não percebendo que eu não acreditava em nada. Con...
- Quero dormir, o sono não vem. Rolo na cama, minhas...
- Vem meu pirata cruzando as águas Sorri, de braços ...
- A vida inteira fui educada para pensar que todos o...
- A vida são trilhos perpétuos que apenas seguem. Um...
- Sonhei que vestia uma saia, dessas compridas, de d...
- Entre as gotas de chuva E os rodopios no vento Ela...
- Uma senhora e um senhor, de idades bastante avança...
- Gosto de olhar dentro daqueles olhos de cor indefi...
- - E quando você tiver sessenta anos? Quem você vai...
- Certo dia, os monstros, seus próprios, queriam dev...
-
▼
março
(16)
Nenhum comentário:
Postar um comentário